sexta-feira, 14 de maio de 2010

Toda forma de amor


Oi pessoal,

Tudo bem por aí?

Estava aqui esperando o sono bater e pensando em amor, formas de amar, diferentes coisas que podemos ter um apreço tão grande.

Não tenho como costume assistir TV aberta, mas hoje o Globo Repórter chamou muito minha atenção e fiquei contando os dias para ver as reportagens sobre os donos que tem animais especiais em suas vidas. Conforme esperado, a abordagem foi sensacional e fiquei emocionada com as histórias ali retratadas. Os cientistas estudam, falam que é costume e treino, que a fala do dono é enfática, blá, blá, blá. Para mim, isso é amor. Quem explica um animal taxado de agressivo e defensor do teu território, como o ganso, acompanhar seu dono todos os dias, voando ao lado de sua moto, indo ao banco ou berrando quando perde o dono de vista? O caso da gatinha em particular me emocionou demais, chorei muito, quando o dono morreu, ela sumiu, depois de um ano encontraram o bichano no jazigo do falecido, além dela, estava uma linda ninhada, que ela levou para criar junto ao seu dono que deu tanto amor à ela. Gente, isso é amor! Alguém ainda duvida?

Ontem de noite, depois de quase dois anos, consegui ir à uma missa carismática na Paróquia de Santa Terezinha, com uma amiga muito querida, que já havia me convidado centenas de vezes. Aquilo ontem, é amor. E sinceramente um amor que eu não compreendia, apesar de vir de uma família católica, nunca entendi bem o que eu considerava ser "fanatismo religioso". Posso afirmar que não é fanatismo, é amor. É o amor por Deus, é uma fé incondicional, uma entrega. Realmente ter visto quase 700 pessoas, de todas as idades, bebês de colo, adolescentes, jovens, adultos e idosos em um mesmo local, por um mesmo propósito de paz, me marcou. Vim para casa me sentindo diferente. Fiquei pensando, eu, uma pessoa que não é muito chegada ao toque, tive vontade de abraçar as pessoas, desconhecidas, enfim, uma sensacional praticamente inexplicável. Mas que agora posso dizer que mesmo sem conseguir explicar, agora entendo, que o que eu considerava fanatismo e exagero, nada mais é que amor.

Estes são dois exemplos que marcaram meus dias de ontem e hoje, mas o amor está em todos os lados.

Aquele jovem que senta na praça de alimentação do seu trabalho no horário do intervalo para ler a bíblia, isso é amor. Presenciar situações como essa são raridades e tenho tido essa sorte. Enquanto algumas pessoas gastam seus momentos de descanso no almoço para comentar a vida alheia e fazer fofoquinhas, tem alguém em outro canto da cidade, sentado, descansadamente, pegando um sol e lendo uma bíblia. Acho isso sensacional.

Não desistir de alguém que já desistiu de ti há tempos, isso é amor. Toda semana ligo para meu irmão, convidando-o para nos visitar, ele nunca vem e sinceramente, não sei se um dia virá. Mas não perco a esperança nele. Sempre ligarei e sempre esperarei. Não desistir é amor.

Vocês provavelmente sentirão falta de eu falar daquele amor, do carnal, dos amantes, sexo, amores e relacionamentos amorosos, mas não é sobre isso que falei ou falarei hoje. Estou descobrindo e quero continuar vendo e entendo demonstrações de amor que eu mau conheço. Quero apreciar a beleza das coisas e entender as pessoas.

Quando falo no amor, a primeira imagem que vem à minha cabeça são dois jovens da missa de ontem, cantando, rezando, erguendo as mãos e chorando, vi uma beleza naquela situação, que talvez outras pessoas não entendam, mas foi marcante, para mim, foi marcante.

Só posso encerrar o post de hoje com uma recomendação: amem, amem muito, vejam quantas formas de amor estão à nossa volta.

Bom final de semana a todos.

Beijo grande,
Isa

sexta-feira, 7 de maio de 2010

E se fosse amor?

Paqueras, conquistas e relacionamentos são sempre relativamente complicados, dolorosos, cheios de dúvidas, mas também acompanhados sempre de eternas “borboletas na barriga”, incertezas gostosas e pela felicidade trazida pela paixão.

Mas quando sabemos que é amor? Será que não é só uma besteira, enfim, um simples capricho?

Amanhã faz 1 ano e 2 meses que estou solteira e volta e meia encontro uma pessoa específica que posso dizer que é o cara. Se essa coisa de alma gêmea, amor da vida, príncipe encantado, se tudo isso realmente existir, acredito que este cara é tudo isso. Meu coração roda, roda, acha outros milhares de homens interessantes, mas por fim, parece que é sempre nele que penso naqueles momentos que paro para pensar minha vida.

E então, o que fazer? Como chegar? O que falar? O que fazer com as mãos que querem abraçar forte, os lábios que querem beijar loucamente e com o coração que não sossega no peito?
Abraçar, tocar, fazer cafuné, tudo isso já acontece ou aconteceu nesses pequenos “encontros” que temos. Mas e daí? Isso acontece com qualquer amigo ou amiga.

Não me vejo casada, não quero casar, nem sei se penso em namorar novamente (neste momento), mas me envolver com essa pessoa seria tudo que eu gostaria agora na minha vida.

Para mim, ele é o cara, quem encaixaria bem na minha vida, uma pessoa com pensamentos e atitudes semelhantes às minhas. Mas será que tudo isso é recíproco?

Não sei se um dia saberei. Esse negócio de namorar muitos anos e depois voltar ao mercado, é difícil, não parece que perdemos radar?

Neste ponto, ainda não consegui assumir o controle de minha vida...

Beijo grande,

Isa