quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Onde nos perdemos?

Faz algum tempo que venho passando por uma grande reavaliação interior e também dos meus relacionamentos íntimos.
Já me peguei algumas vezes dando um Google em "por que casais se separam?" ou "por que relacionamentos acabam?".
Para mim, tem sido cada dia mais difícil entender em qual momento do caminho um relacionamento passa de muito feliz à infeliz. Quando um casal se perde um do outro? Onde nos perdemos de nós mesmos?
A vida é feita de mudanças e as coisas são efêmeras, ok, isso eu entendo. Mas e quando as mudanças são tão incompreensíveis? Aperta o coração, trava a garganta e dói até o fundo da alma. A dor é tamanha que muitas vezes as lágrimas não caem e a impressão que temos é que vamos sufocar sem ar.
A não compreensão dos erros (será que houveram erros?) ou o auto julgamento severo (houveram erros e foram todos meus) não trazem as respostas que buscamos. Só parecem piorar a dor e aumenta ainda mais as dúvidas: "cobrei demais?", "fui muito transparente?", "amei tanto que sufoquei?", "tomei decisões precipitadas?"...
Aparentemente não há receita de bolo que diga que alguém deveria ter colocado "1 pitada a mais de abraços" e não ter batido na mistura tanta exposição em redes sociais, por exemplo. Sendo assim, sem receita, sem fórmula correta e sem certezas, a angústia só aumenta, pois sem receita para a separação, também não podemos afirmar que haverá uma receita para a reconciliação.
"Conversar, conversar, conversar" aconselham os mais chegados. Mas quando todas as alternativas e formas de conversa se esgotaram sem qualquer sucesso? Quando um dos parceiros é mais fechado (geralmente o homem) que o outro, como conversar, como buscar soluções?
Muitos dos relacionamentos íntimos são feitos de tantos enigmas, detalhes e pisadas em ovos, que o que se perde inicialmente é a naturalidade e em seguida, infelizmente, a relação.
O que fazer quando os beijos de boa noite ou de bom dia tornam-se visivelmente um costume e não um sinal de paixão ou amor? Como proceder quando os elogios não chegam mesmo quando você vai ao salão, se arruma e está se sentindo poderosa? 

A vida não tem receita... E é uma pena quando aquele bolo mais desejado, feito com mais amor, acaba não crescendo (batumando, como dizem) ou queimando (deixando o gosto amargo na boca)...


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Não deixe para depois...

Olá Pessoal,

Contrariando o tradicional e procrastinador "deixe para amanhã o que você pode fazer hoje", recebi de uma amiga um texto muito bacana que fala sobre não deixar nada para depois.





Compartilho com vocês...

Por que deixamos  tudo pra Depois?
Depois eu ligo.
Depois eu faço.
Depois eu falo.
Depois eu mudo.
Deixamos tudo pra depois, como se depois fosse o melhor.
O que não entendemos é que...
Depois o café esfria,
Depois a prioridade muda,
Depois o encanto se perde,
Depois o cedo fica tarde,
Depois a saudade passa,
Depois tanta coisa muda,
Depois os filhos crescem,
Depois a gente envelhece,
Depois o dia anoitece,
Depois a vida acaba.


Não deixe nada pra depois, porque na espera do depois, você pode perder os melhores momentos, as melhores experiências, os melhores amigos, os maiores amores, e todas as bênçãos que Deus tem pra você. Lembre-se que o depois pode ser tarde demais. O dia é hoje!


Com carinho,
Isa

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Tempo voa...

Olá amigos!

Fiquei assustada quando fui entrar no blog para escrever uma postagem e me deparei com a data de 25/09/2014, como o dia em que fiz minha última publicação. Tantas coisas aconteceram desde então e muitas delas ainda serão compartilhadas por aqui.



A partir de hoje vou compartilhar experiências legais com vocês, que vão irão além de viagens e sim de experiências do cotidiano, especialmente do novo momento que estou passando.

Pois bem, Feliz 2016 a todos e vamos escrever!

Beijos,
Isa


Ajustando o barco

Olá!

Quando nos damos conta, mais 20 dias se passaram em nossas vidas. A rotina sozinha em casa com um bebê recém nascido é bastante desafiadora e em determinado momento alguém precisa nos fazer parar e refletir sobre como estamos lidando com esse desafio.

Para alguns pais de primeira viagem, como nós, pode ser que esse "toque" nunca chegue e continuemos naquele ritmo frenético. Mas para nós, felizmente, chegou... Ontem fomos com nossa pequena em uma renomada pediatra da cidade (inclusive ela foi minha pediatra) que nos fez ver alguns erros que estávamos cometendo (por inexperiência) e nos mostrou onde poderíamos melhorar. As primeiras 36 horas depois dessas pequenas alterações em nossa rotina e da bebê foram bastante positivas.

Essa pediatra nos alertou que além de pais, nós somos homem e mulher. Eu sou mãe, mas também sou mulher, preciso ter momentos para mim, sem dores na consciência. Precisamos aprender a conhecer nosso bebê e suas manhas (sim, bebês de 2 meses fazem manha). Parece óbvio, né? Mas no meio do turbilhão de novas emoções e tarefas, nada mais é tão óbvio assim.

A maternidade é sem sombra de dúvida a experiência mais incrível da vida de uma mulher, é um aprendizado contínuo, uma renovação, um recomeço, é um nascer de novo para uma vida completamente nova e muito, muito mais feliz que "a vida anterior".



Beijos,
Isa

sábado, 9 de janeiro de 2016

#experimentei Meu momento Vivara

Amigos!

#experimentei 

Sempre que eu pensava em "Vivara" vinha à cabeça a imagem do anúncio na contra capa da Caras, com joias caríssimas e totalmente inacessíveis para um simples mortal. Confesso que nunca nem me arrisquei a parar na frente das vitrines para apreciar as joias.

Porém, faz algum tempo, comecei a ter uma vontade imensa de ter uma daquelas pulseira Life e carregar comigo lembranças legais. Pesquisei bastante na internet e descobri que o produto era mega acessível.

Essa semana fui na loja, com aquele visual mãe: bebê mamando no peito, vestido simples e havaianas nos pés (único calçado que serve nos pés inchados pós gravidez). Apesar dessa coisa meio atrapalhada, fui extremamente bem atendida e sai de lá com minha pulseira, o pingente que representa minha filha e uma nova opinião sobre a Vivara. Sim, eu posso consumir a marca, posso me dar o prazer de ter uma joia linda e com certeza voltarei muitas vezes!

Beijos,
Isa